Rio Branco - Acre, 20/09/2019

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Mudanças Climáticas são tema de ciclo de palestras realizadas pela Prefeitura de Rio Branco

Mudanças Climáticas: tudo está interligado, este foi o tema do evento realizado na noite de ontem, 5, no auditório da Faculdade da Amazônia Ocidental (Faao) pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), dentro da programação da Semana do Meio Ambiente.
 
“Hoje, com a presença de vários especialistas, nós vamos debater as mudanças climáticas, sobre o papel da Amazônia e do Brasil nesse contexto, e tudo o que estamos presenciando nesses eventos extremos do clima, no nosso caso ou é muita água ou muita seca. Que influências são essas? O que ocorreu, o que está ocorrendo e qual a nossa relação, ser humano, com esse desequilíbrio?”, disse Aberson Carvalho, secretário municipal de Meio Ambiente.
 
Personagem -_Procuradora_Rita_de_CassiaEste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) colocou a poluição do ar como tema principal dos debates. Segundo o órgão, este é o principal fator de risco ambiental para a saúde em todo o mundo e pensar em soluções políticas e técnicas para a questão é urgente. No Brasil, 76% da população vive em cidades e respira diariamente diversos tipos de poluentes. Para a procuradora de Justiça do Ministério Público Estadual (MPAC) e coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (CAOP/MAPHU), Rita de Cássia Nogueira Lima, uma das palestrantes da noite, o Dia do Meio Ambiente é um dia para reflexão e que não há muito o que ser comemorado.
 
“A Terra é nossa casa, aliás, é a única que temos. As pessoas não se deram conta da situação, nós estamos vivendo um momento de perigo de retrocesso para a proteção ambiental, o que é muito preocupante. Se com as leis que nós temos já estamos do jeito que estamos, eu fico muito preocupada com essa ameaça de flexibilização, de afrouxamento dos comandos de controle, do desaparelhamento dos órgãos ambientais encarregados de acompanhar essas políticas públicas. Na verdade, não deveria existir nenhum conflito entre o Meio Ambiente e o homem. O homem faz parte do meio ambiente e sem ele nós não vivemos. Então, quando a gente defende o Meio Ambiente, a gente está defendendo o nosso direito à vida. Sem recursos naturais não existe economia, não existe progresso, não existe vida, não existe nada”, disse.
 
A Defesa Civil do município de Rio Branco, representada pelo coronel George Luiz Pereira, fez uma apresentação sobre a ocorrência dos desastres naturais no Acre, especialmente na Bacia do Rio Acre, onde está localizada a capital acreana. “Vou falar principalmente dos desastres que envolvem água e solo, uma correlação com as mudanças climáticas. São eventos extremos cada vez mais severos e frequentes que ocasionam perdas enormes para o poder público e a população, claro. A política nacional de proteção e Defesa Civil teve um reforço grande no Brasil a partir de 2012, quando houve aquele desastre em Petrópolis [Rio de Janeiro] e morreram mais de mais mil pessoas. Foi criado o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, além de um diagnóstico de todo o país onde os municípios mais vulneráveis foram inseridos e Rio Branco faz parte”.
 
Pesquisador da Universidade Federal do Acre (Ufac), o professor Foster Brown, também palestrante no evento, disse que é importantíssimo preparar a sociedade para o que pode acontecer nos próximos anos e décadas. “Se você olha na área da ciência, mais de 90% dos artigos dizem que [as mudanças climáticas] são um problema sério. Todas as academias nacionais de ciência, inclusive do Brasil, dizem é que um problema sério, todas as associações internacionais de meteorologistas e clima dizem que é um problema sério. Então é um problema sério e que deve ser tratado como merece e com responsabilidade”.
 
Diretora executiva da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), a professora Vera Reis disse que o trabalho integrado entre os poderes públicos, ONG’s e sociedade é essencial para que não sejam realizadas ações replicadas e que se evite perder recursos e tempo. Sobre os posicionamentos do governo federal, ela disse acreditar que a partir do momento em que as pessoas se derem conta de que a economia não vive sem o meio ambiente e que os produtos brasileiros forem recusados, mentes serão abertas. “A poeira vai baixar, as pessoas vão centrar-se e entender que esse não é o melhor caminho para o Brasil e para o mundo. Nós precisamos cada vez mais nos preocuparmos com a questão ambiental. A economia depende do equilíbrio entre o econômico e o ecológico”, finalizou.
 
 
Andryo Amaral, da Diretoria de Comunicação
Fotos Fagner Delgado
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