Rio Branco - Acre, 26/01/2020

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Prefeitura traça operação de guerra contra o Aedes aegypti

Pelo menos 600 agentes de saúde vão de casa em casa conscientizar a população para a necessidade de impedir a proliferação do mosquito
 
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O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e da febre amarela, vai ser literalmente perseguido por agentes de saúde da Prefeitura Municipal de Rio Branco. Pelo menos 600 profissionais de saúde, entre integrantes do PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde) e agentes de controle e endemias do PSF (Programa de Saúde da Família) passam a atuar em conjunto para dizimar os criadouros do mosquito em toda a cidade, incluindo as residências particulares, como parte de um plano colocado em prática pela Prefeitura a partir da tarde de hoje. 
Além das ações práticas dos agentes de saúde indo de casa em casa nos bairros apontados como prioritários, aqueles que vem registrando o maior número de casos, o plano inclui três frentes de trabalho: o combate ao vetor; melhoria na qualidade de assistências às vítimas – com a ampliação do atendimento e do próprio horário de funcionamento dos postos de saúde "Cláudia Vitorino" e "Barral y Barral", que passam a funcionar das 7 às 22 horas, e o fortalecimento das ações dos agentes.  

Os agentes foram reunidos hoje à tarde, no auditório do Tribunal de Contas (TCE) pelo prefeito em exercício Eduardo Farias para o detalhamento da operação de guerra contra o mosquito. De acordo com o prefeito – que também é médico e ex-secretário de saúde do município -, a junção dos agentes comunitários de saúde e de endemias atuando num único programa, o de combate à dengue, permitirá a potencialização das ações para impedir que a doença recrudesça na Capital. Cada agente terá a responsabilidade de cuidar de pelo menos 250 famílias, indo de casa em casa com a campanha de educação e prevenção à doença. "Para nós, está claro que a gente pode vencer este problema trabalhando com informação, com educação e prevenção, indo às casas das pessoas pedindo que elas nos ajudem a combater o mosquito, impedindo sua proliferação nos criadouros que surgem nas residências por causa das chuvas", disse Eduardo Farias.
 
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"Na verdade, o trabalho será de mobilização social com o olhar voltado para a prevenção, para o combate ao criadouro do mosquito", informou o chefe do serviço de vigilância epidemiológica da Prefeitura, Josafá César da Costa. Depois de se reunir com os agentes de saúde, a Prefeitura vai se encontrar com os pastores evangélicos e com os líderes comunitários que atuam na capital.
"As lideranças desses dois segmentos da sociedade são pessoas que se comunicam diariamente com muitas pessoas. São lideranças que são muito ouvidas pela comunidade. Nós vamos aos pastores e líderes comunitários pedir que eles repassem à comunidade que lideram as informações de prevenção e combate à proliferação do mosquito", disse Eduardo Farias. "Nós sabemos que se um pastor ou líder comunitário disser a um morador de bairro que ele não deve deixar água empoçar em sua residência, essa pessoa vai ouvir com muita atenção. É isso que queremos: o envolvimento de todos", afirmou Farias.

A ação da Prefeitura em relação o combate à dengue em Rio Branco se deu em função do número de casos da doença. Nas primeiras semanas de janeiro de 2009, o número de casos suspeitos da doença na Capital já é superior a 230, o que significa um aumento de cerca de 50 % em relação ao igual período de 2008. De acordo com o responsável pelo serviço de vigilância epidemiológica da Prefeitura de Rio Branco, Josafá César da Costa, o número de casos positivos para cada grupo de 100 casos suspeito é de pelo menos 40%. Os primeiros números de 2009, comparados com o de 2008, assustaram os técnicos de saúde da Prefeitura. No ano passado, o número de casos positivos foi de 800, contra 300 casos em 2007. Em 2006, os casos positivos de dengue em Rio Branco ficaram na casa dos 200.

 "O que nós queremos é fazer com que os índices da doença caiam para aqueles números de 2006, que ficou dentro do aceitável", disse o prefeito Eduardo Farias. Segundo ele, o número aceitável está entre 80 a 200 casos.

Para isso, a partir de hoje, os agentes de saúde estarão atuando de casa em casa, principalmente nos bairros apontados como prioritários, aqueles em que são registrados o maior número de casos. No Primeiro Distrito da cidade, os bairros são: Distrito Industrial, Tucumã, Mocinha Magalhães, Bosque, Floresta, Sobral e Ayrton Sena. No Segundo Distrito, a prioridade é os bairros do Taquari e 6 de Agosto. "São bairros onde se verificou a transmissão da doença entre moradores", disse Josafá Costa.
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