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Coleta de lixo será normalizada em quinze dias

Publicado em Quinta, 01 Outubro 2009 13:22

Com caminhões e carros novos o serviço de limpeza pública será fortalecido no Município

Aquinei Timóteo

Fotos: Marcos Vicentti / Regiclay Alves

Reestruturar a coleta de lixo na Capital. Com este objetivo a prefeitura de Rio Branco reforçou os serviços de limpeza urbana no Município. A Empresa Tucano Obras e Serviços Ltda., de Santa Catarina, que venceu o processo licitatório iniciou suas atividades hoje. Com a Tucano, a limpeza pública será reforçada a partir de agora com equipamentos modernos adequados às necessidades de Rio Branco. Diferente da empresa anterior que contava com apenas nove caminhões, a Tucano conta com 16 veículos novos, sendo que dois serão utilizados exclusivamente para a coleta seletiva.

 

“Com os trabalhos iniciados hoje, esperamos regularizar nos próximos 15 dias os serviços de coleta de lixo na capital. Com a nova frota de caminhões, 16 ao todo, a maior que Rio Branco já teve, esperamos atender as reais necessidades de nossa população”, salientou o Secretario Municipal de Serviços Urbanos, Cezário Braga.

 

Segundo o diretor da empresa, Volnei D’Agostini, os dias de recolhimento do lixo serão os mesmos. A Tucano atuará em dois turnos, das 7 às 17 horas, e das 18 às 2 horas. “Dispomos de uma frota nova com o que há de mais moderno na coleta de lixo, já traçamos o nosso plano de atuação e nos próximos 15 dias iremos normalizar as atividades na cidade”, informou.

Hoje Rio Branco produz cerca de 60 toneladas de lixo por dia. Sua população está estimada em 306 mil habitantes. Ano passado a produção total de lixo domiciliar foi de 43,6 milhões de kg. Segundo dados da Semsur, até agosto já havia sido recolhido pouco mais de 31 milhões de kg de lixo domiciliar.

Nesse sentido a Unidade de Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos (Utre) ajusta-se de forma efetiva a uma rede de limpeza pública que começa nos bairros e termina na reciclagem e no reaproveitamento do lixo com a formação de uma cadeia produtiva, centrada na figura dos catadores.

Utre fortalece cadeia produtiva

Pesquisas comprovam que cerca de 30% de todo o lixo dos aterros sanitários do país são de plástico: material reciclável de alto valor no mercado. Em Rio Branco, com a implantação da Unidade de Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos (Utre), a prefeitura enfrentava um problema: como reciclar aqui este material, depois de ter feito fortes investimentos na Central de Triagem de Materiais Recicláveis, que funciona em parceria com a Associação de Catadores de Material Reciclável (projeto Catar), no Distrito Industrial.

O problema foi resolvido com a decisão de uma empresa paulista, a Leme Plastic, de investir no mercado de plástico reciclável e na confecção de produtos à base de garrafas pet’s. Os donos da empresa, Olavo Castilho Júnior e Eder Paulo dos Santos criaram a Plasacre, que será inaugurada ainda este ano e, na sua primeira fase, vai gerar 150 empregos diretos e mais 200 empregos por meio do projeto Catar.

Para instalação da empresa no Acre serão investidos R$ 25 milhões captados em bancos, além de R$ 5 milhões de capital próprio da empresa. A Plasacre terá como matéria-prima o plástico e o polietileno. Na indústria estes produtos passarão por um processo de coleta seletiva, limpeza dos contaminantes, separação e enfardamento; processo que vai permitir a transformação desse material em novos objetos, como: capacetes, cordas (fibras multifilamento), produção de fios de costura (monofilamento), embalagens de detergentes, tecidos, carpetes e madeira de plástico.

Projeto Catar é parceiro importante

O Projeto Catar vai fazer a coleta, seleção, limpeza e moagem do plástico para a indústria, já dentro da Unidade de Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos (Utre). Hoje, o Catar vende o material que recolhe e separa para sucatões de Rondônia, Mato Grosso e Goiás, com um lucro muito baixo. O catador recebe em média R$ 0,10 por quilo de plástico mole (o chamado filme) e R$ 0,20 por quilo de garrafa pet.

Com a parceria com a Plasacre, o preço passará a R$ 0,80 acabando assim com a figura do atravessador. Além disso, o faturamento mensal do Catar pode chegar a R$ 260 mil. Também firma-se uma cadeia produtiva, interligando os catadores e a Utre, numa atitude econômica e ecologicamente correta.

 

 


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